Defesaça, fé e festa contra Corinthians: Fortaleza recupera esperança na Série A
Mais de 56 mil pessoas lotaram a Arena Castelão Escrito por Crisneive Silveira crisneive.silveira@svm.com.br
04/12/2025 19:11
quarta-feira (3). O Castelão testemunhou um Fortaleza que viveu pequenos milagres na partida que garantiu o 2 a 1 diante do Corinthians.
Em campo, a tensão latente converteu-se em garra. Na arquibancada, as vozes banharam o estádio de fé.
Os gols de Pochettino e Herrera, além da defesa inominável de Brenno representaram bem isso.
Com o resultado, o Leão do Pici chegou à nona partida seguida sem derrota no Brasileirão e respira fora da zona de rebaixamento após 27 rodadas.
Respira fundo, tricolor. Respira. Outra batalha foi vencida nesta quarta-feira (3).
O Castelão testemunhou um Fortaleza que viveu pequenos milagres na partida que garantiu o 2 a 1 diante do Corinthians.
Em campo, a tensão latente converteu-se em garra. Na arquibancada, as vozes banharam o estádio de fé.
Os gols de Pochettino e Herrera, além da defesa inominável de Brenno representaram bem isso.
Com o resultado, o Leão do Pici chegou à nona partida seguida sem derrota no Brasileirão e respira fora da zona de rebaixamento após 27 rodadas.
O último jogo em casa recebeu o maior público do clube na temporada. Quem tentou ouvir o jogo pelo rádio, dentro da Arena, teve dificuldade.
Não houve silêncio que resistisse ao coral ensurdecedor dos donos da casa. Pois mais de 56 mil corações esperançosos fizeram o lugar pulsar.

Legenda: Torcida do Fortaleza lota a Arena Castelão.
Foto: Ismael Soares/SVMEra ainda o primeiro tempo de mais uma partida decisiva para o Leão do Pici, que respira na luta para escapar do descenso.
Apesar de bastante modificado, o grupo paulista propôs as ações ofensivas. Mas foi Pochettino quem abriu o placar para o time de Palermo aos 7 minutos.
Numa jogada veloz construída por Breno Lopes e Bareiro, o meio-campista carimbou as redes adversárias. Seria a primeira intervenção divina?
As luzes piscaram, o copo de cerveja voou, teve abraço de um lado, sorriso do outro... A comemoração durou pouco porque o placar ainda era apertado, perigoso.
O Timão pressionava ofensivamente e parava num Fortaleza aguerrido.
Mas Breno Bidon quase empatou. Quase. Era Brítez apertando a marcação de um lado, era Lucas Sasha se jogando na bola na frente...
O Tricolor se defendeu com determinação. Levou sustos, muitos. É verdade.
E mesmo com vantagem no placar, a cena era de gente com as mãos em prece, coçando o queixo, mandando o juiz para lugares impronunciáveis.
A preocupação ainda existia. Naturalmente. Com menos posse de bola, o Fortaleza se fechou para resistir à pressão do grupo paulista.
Foi aí que Breno apareceu com pelo menos duas grandes defesas na etapa inicial. Outra intenção divina?