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Defesaça, fé e festa contra Corinthians: Fortaleza recupera esperança na Série A

Mais de 56 mil pessoas lotaram a Arena Castelão Escrito por Crisneive Silveira crisneive.silveira@svm.com.br

Defesaça, fé e festa contra Corinthians: Fortaleza recupera esperança na Série A
Legenda: Brenno, goleiro do Fortaleza, foi determinante na vitória do time diante do Corinthians. Foto: Ismael Soares/SVM

quarta-feira (3). O Castelão testemunhou um Fortaleza que viveu pequenos milagres na partida que garantiu o 2 a 1 diante do Corinthians.


Em campo, a tensão latente converteu-se em garra. Na arquibancada, as vozes banharam o estádio de fé.


Os gols de Pochettino e Herrera, além da defesa inominável de Brenno representaram bem isso.


Com o resultado, o Leão do Pici chegou à nona partida seguida sem derrota no Brasileirão e respira fora da zona de rebaixamento após 27 rodadas. 


Respira fundo, tricolor. Respira. Outra batalha foi vencida nesta quarta-feira (3).


O Castelão testemunhou um Fortaleza que viveu pequenos milagres na partida que garantiu o 2 a 1 diante do Corinthians.


Em campo, a tensão latente converteu-se em garra. Na arquibancada, as vozes banharam o estádio de fé.


Os gols de Pochettino e Herrera, além da defesa inominável de Brenno representaram bem isso.


Com o resultado, o Leão do Pici chegou à nona partida seguida sem derrota no Brasileirão e respira fora da zona de rebaixamento após 27 rodadas.


O último jogo em casa recebeu o maior público do clube na temporada. Quem tentou ouvir o jogo pelo rádio, dentro da Arena, teve dificuldade.


Não houve silêncio que resistisse ao coral ensurdecedor dos donos da casa. Pois mais de 56 mil corações esperançosos fizeram o lugar pulsar. 



Legenda: Torcida do Fortaleza lota a Arena Castelão.
Foto: Ismael Soares/SVMEra ainda o primeiro tempo de mais uma partida decisiva para o Leão do Pici, que respira na luta para escapar do descenso.


Apesar de bastante modificado, o grupo paulista propôs as ações ofensivas. Mas foi Pochettino quem abriu o placar para o time de Palermo aos 7 minutos.


Numa jogada veloz construída por Breno Lopes e Bareiro, o meio-campista carimbou as redes adversárias. Seria a primeira intervenção divina?


As luzes piscaram, o copo de cerveja voou, teve abraço de um lado, sorriso do outro... A comemoração durou pouco porque o placar ainda era apertado, perigoso.


O Timão pressionava ofensivamente e parava num Fortaleza aguerrido.


Mas Breno Bidon quase empatou. Quase. Era Brítez apertando a marcação de um lado, era Lucas Sasha se jogando na bola na frente...


O Tricolor se defendeu com determinação. Levou sustos, muitos. É verdade.


E mesmo com vantagem no placar, a cena era de gente com as mãos em prece, coçando o queixo, mandando o juiz para lugares impronunciáveis.


A preocupação ainda existia. Naturalmente. Com menos posse de bola, o Fortaleza se fechou para resistir à pressão do grupo paulista.


Foi aí que Breno apareceu com pelo menos duas grandes defesas na etapa inicial. Outra intenção divina?





Fonte Diário do Nordeste